terça-feira, 4 de novembro de 2014

Eu e os probioticos

De repente, aqui sentada penso no meu blog e constato que o tempo voa e continuo ausente....
Não dá para tudo...
a minha vida é um rodopio de afazeres que se entrelaçam e me põem a correr literalmente.
Dividir-me entre campo e cidade tem sido cansativo mas revigorante.
O tempo passa, o calor está indo embora, entranha-se o frio na pele e o vento gelado. Tremo ao pensar nas constipações, nas gripes, nos ranhos e nas ranhocas, pois o ano passado a minha casa não foi poupada e passei um pequeno inferno com as miúdas.
Então por cá, gerimos o dia a dia. Temos a maior na ginástica acrobática, temos a pequena com crises de carência e ciúmes com a irmã.... temos treinos (quase) diários de meia hora que me deixam como nova... Temos bicicleta e boot bikers ;)
temos também Kefir e agora Kombucha. Depois de anos sem consumir leite, o kefir apareceu na minha dieta e sinto-me bem. Há 3 semanas que ando a consumir kefir e sinto as tripas revoltas. Muito mais regular os intestinos.Tenho dificuldades em beber tanta água como bebia... Tenho insistir.
Kobumcha entrou hoje em casa, gentilmente doado. Leio, tenho lido muito sobre os probioticos e sobre os alimentos fermentados. Para a trilogia perfeita, falta-me incluir "cultured food", mas lá chegaremos.
e depois os instintos guiam-me, em época de recolhimento, para novas paragens e ora leio sobre infância, disciplina positiva e afins, ora sem me aperceber me vejo parada a ler com interesse. sobre dietas low carb e fico chocada, pois abala todos os meus paradoxos.
Sem falar na farinha, agora que eu ando numa de padeira de Aljubarrota ;)
De resto, e porque projetos inacabados são para terminar, eu e o marido continuamos na saga da pedra da ribeira para o jardim. Nem mostro meus dedos, estão horrorosos ! :(
O marido já escavou sozinho um buraco enorme para o futuro tanque rustico e agora quer virar-se para a horta e claro, eu vou por arrasto.
E sem me aperceber ando tratando da terra dos canteiros e comprando sementes para plantar coisas!
E não é que pareco uma criança eufórica quando constato que a tal estaca de roseira pegou?! ou que as sementes de coentros começam a germinar?! ou vejo o jardim a ganhar contornos?! E que bonito está a ficar?!
E é isto!
Boa semana

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Novidades

a cada dia que passa gosto mais da vida de campo. Cheirar e pisar a terra molhada! Ver as coisas ganharem forma.... O jardim tem ganho destaque. O meu marido não pára e Empurra-nos para a terra. O pior ou melhor éque quando lá se chega, o tempo pára, não nos apercebemos de nada e é difícil largar aquilo. De tal forma que este domingo sai correndo do campo com a promessa de regressar durante a semana para tratar da casa, pois embora a tivesse deixado arrumada, falta aquela limpeza maior.
Para o próximo fim de semana, conto dedicar-me ao pão! Sim ao pão! Dar vida ao forno de lenha que reclama destaque. Engraçado, vejo-me novamente a navegar pelas receitas de pão, pelos fermentos caseiros. Já tenho receitas que quero preparar para ver se consigo ter fermento pronto para os pãezinhos.
Vamos por partes. Jardim e forno! Planeamos fazer uns passeios para conseguir arranjar pedra do rio. Assim não há monotomia.
Quanto a mim agora ando a experimentar o kefir depois de tantos anos sem provar leite. Acontece que acho que preciso de suplementar-me melhor.
O tempo é pouco para tudo. Eu só peço calma para levar as coisas e gerir o temperamento sobretudo da maior sem provocar guerras e atritos.
A pequena, tirando o problema de agora andar na fase de não querer dormir na mm hora que a irmã, leva-se bem, sempre se levou, tadinha da minha menina.
e é isto. Boa semana!

domingo, 12 de outubro de 2014

Continuando

depois de todo o aparato e aflição pura para tentar remediar a situação, o pedreiro sobe ao telhado e passa um silicone especial para água + maçarico e puf, fez-se magia branca. A preocupação deu lugar à apreensão e a apreensão deu lugar à uma frágil tranquilidade.
Fomos na 6ª feira, como habitual, passar o fim de semana ao campo. Armei uma tenda no quarto de visitas, pois embora já não houvesse sinais de água a pingar no telhado, continuava preocupada, não fosse cair água sem destino e ter que incomodar sonos e afins.
Felizmente e graças a todos os santos estancou. Agora é esperar madeira secar. Mais estrago fez a tela liquida que escorreu parede abaixo e nem com lixivia a consegui remover. Só mesmo pintando.
Fora isso, e o caos de roupa para secar, que com a humidade é impossível, tivemos um bom serão.
Inaugurámos a salamandra para testá-la e emana um calorzinho bom! Aquece o ambiente e convida ao bolinho e chá, vendo cair chuva lá fora. Recebemos visitas, as miúdas brincaram, os pais socializaram.
Hoje, fomos ao mercado e tínhamos que comprar uma ansiada macieira de maçãs vermelhas, atenção, maças vermelhas que é como a menina C desejou. Por implulso trouxe tb um abacateiro que espero não vir a dar-me dores cabeça.
Com a chuva que caiu, dá gosto ver a relva a brotar, as plantas a se adaptarem às novas moradias.
Há sempre muito trabalho a ser feito e o tempo passa num instante. Mas para mim, é um cansaço saudável. As miúdas gostam de lá estar e assim chego cansada mas tranquila, para a semana que entra. Tendo em conta o que o pedreiro disse, teremos que estar atentos, pois segundo ele,  as chuvas entram no espigão central da casa, são as primeiras e as telhas que estão presas ao cimento podem pequenas fissuras, suficiente para acontecer estes pesadelos.
Terei que estar atenta e presente, já que não moramos lá.
Boa semana

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Grande angustia

As 1ºs chuvas chegaram em força e os estragos são muitos :(. SInto-me brutalmente impotente para conseguir remediar o que quer que seja.
Como comecou a chover como se não houvesse amanhã, resolvi ir ver como estavam as coisas na casa do campo.
Fiquei horrorizada quando vi minha cama com uma grande mancha de água, que passou colcha e chegou ao colchão. Olhei para a estrutura de madeira e vi que havia ali um ponto de água.... ok. Limpei coloquei umas toalhas e depois um balde, para ver se a água não me chegava ao soalho de madeira.... Vou ao sótão, ao quartos das miudas e vejo alguns sitios também o telhado de madeira ensopado! Turcos, toalhas, baldes. O meu humor ficou negro como o breu e já não tinha vontade sequer de vir trabalhar. Limpei os estragos e vim correndo falar com o meu marido sobre o cenário.
Liga para o pedreiro que diz que a unica coisa que podia ser era alguma telha estalada... Que pode acontecer... Acontecer uma merda! Um bela merda está armada. Sabem aquela sensação de ter compromissos, ir buscar miudas, levá-la a reboque com chuva a potes e quereres fazer as coisas e não puderes? Ontem eu tinha um diabo no meu corpo e o pensamento toldado pelos instintos mais primários. Assim que conseguimos, levei lancheiras carregadas de comida e enfiei-as no sofá a ver um dvd para ver se não chateavam, porque a paciencia era zero :( o meu marido subiu para o telhado com aquela chuva a tentar perceber de onde vinha aquelas fugas de água.
Resumindo: tenho algumas telhas rachadas, não sei como, se foi do ceder da casa que foi feita á um par de meses, se foi porque andaram em cima do telhado a ver antenas, não sei! Só sei que estou agoniada porque vejo o tempo de chuva que não dá tréguas e assim é complicado. Não dá para mudar as telhas com esta chuva.... Ontem o meu marido ainda resolveu dar tela liquida para tentar estancar, porque a chuva tinha parado. Acontece que a chuva voltou, e nem tempo deu para secar nada. Estou uma pilha de raiva.
Hoje não conseguia vir trabalhar, sem passar por lá. Tentei adormecer o meu lado animalesco e dar toda a atenção às miudas. Com a pequena a coisa não correu bem, porque a parva só fez birras. Haja paciencia, que enquanto tiver este sufoca é dificil ir buscar às entranhas toda a disponibilidade que tenho para elas. Só vivo para elas, basicamente, e só quando existem situações dificeis e imprevistas é que penso que não há ninguém, não há a merda de ninguém que me dê uma mão com as miudas.
Pois bem, forrei tudo o que pude nos locais criticos com as toalhas que tinha, com os sacos de lixo grandes que tinha... tentei colocar baldes nos pontos de fuga de água e meu coração ficou destroçado ver as tábuas de madeira e os barrotes de eucalipto todos ensopados. espero que consiga reverter este cenário.
Como estava a dizer, hoje de manhã voltei para ver os estragos. Está pior.... No meu quarto há umas traves que pingam sem parar e agora a água vem meio esbranquiçada, deve ser da tela liquida que não teve tempo de secar.... O quarto delas idem aspas....
A porta de entrada de casa precisa de um avanço pois com o vento e as chuvas entra água para casa.
Que nervos. Sei que racionalmente só depois dos chuvas podemos saber o que está bem, o que está mal, o que precisamos melhorar, mas logo desta maneira, ninguém merece.
Estou para aqui a contar as horas para puder sair daqui e iir buscar o meu marido que coitado nem tempo para comer tem tido, para irmos na hora de almoço colocar uns plasticos no telhado, nas zonas criticas, e rezar.... rezar muito para que consigamos controlar estas caca toda sem que os estragos sejam irreversiveis
fui

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Os progressos chegam ensolarados

com o Outubro que teima manter o verão.
Ora bem, temos avanços e novidades!
Ando tão bem de pé descalço pisando a terra fofa e empoeirada que esqueço do tempo, das horas e dos minutos. Experimentem... uma excelente terapia.
Agora as energias têm-se virado para o jardim. O Jardim que queremos ver crescer, num pedaço de terra árida, que outrora albergou uma alfarrobeira centenária e um monte de mato e pitas que escondiam descaradamente a vista inesquecível que temos até ao mar.
Uma grande pena tive, é certo, de mandar abaixo aquela alfarrobeira. Mas estava no meio do terreno :( se tivesse mais encostada ter-lhe-ia transformado num belo bonsai gigante, mas assim... peço desculpa, muita desculpa. Resta-nos a sua terra fértil e negra. Bom seria se aquele pedaço de terra fosse todo assim. Mas não é! Temos um monte de pedras que vamos tirando, peneirando... e temos num dos lados terra calcária, que não presta.
O meu marido bem cava, as miúdas bem ajudam e eu ora ando de enxada na mão, ou de ancinho.
No fim de semana, bem preenchido, fomos a Tavira. Fomos à feira e almoçámos um bom frango assado com batatas fritas! Há décadas que não me via sentada num restaurante itinerante, mas soube bem! Muito bem... Houve tempo para ir à praia e em todo o verão, acho que foi o dia que mais apetecia estar na água. UM caldo... Maravilha.
E porque as miúdas madrugam, o dia parece que não tem fim e chegamos ao meio da tarde, com uma mala térmica carregada de podas de grama, que apanhámos na ilha. Contribuímos para a manutenção daqueles espaços e aproveitámos para plantar mais relva. UMa maravilha de se ver, todos os pedaços tinham raízes, e sendo relva de praia, resistente será.
E é tão bom ver que a relvinha que plantámos há 1 mês está a rebentar toda! Com esta é a 3ª investida no espaço que dedicámos à relva. A 2ª plantação, foi fraquinha, a relva não era tão boa, e fez uns dias de muito calor e quase nenhuma resistiu. Mas agora esta fornada parece-me bem, resta-nos aguardar e testemunhar pacientemente o florescer da natureza.
No domingo fomos ao mercado e comprei umas aromáticas, um pé de maracujá, uma arvore de lima e uma pequena oliveira.
Escusado será dizer que de regresso a casa, foi sempre a mil.... Queríamos acabar o dia saboreando do trabalho do fim de semana. E depois de arranjar parte dos canteiros, plantei alguns vasos que tinha e as 2 arvores. mais não conseguimos. E a sensação é maravilhosa. Arvores nunca tinha plantado. Indiscritível.
Aos poucos vou aliviar o meu jardim citadino e mandar para o campo algumas plantas que tenho, para ganharem novo brilharete.


Por casa, continuamos com as rotinas, com os TPCs e com diferentes fases das manas. A pequena atravessa uma fase que não tem sono, pudera, deve dormir uma boa sesta na escola, e decididamente não tem sono. Não tem sido fácil gerir, mas temos conseguido limas as arestas.


A maior, influenciada pela sua amiguinha e vizinha foi experimentar ginástica acrobática. Aquilo não é pera doce. Um pouco tarde para nós: 18:30 e termina às 20 horas. Não sou apologista de sobrecarrega-la, agora nesta fase nova de escola, regras e muito trabalho. Vi-a empolgada, vai novamente amanhã e depois vamos decidir.
Não esta nada a apetecer-me pagar uma pipa de massa com joias, seguros e inscrições para depois se fartar. É que o ambiente é de muita disciplina e trabalho.
Estou reticente.
E de resto, eu agora, como disse ando muito campónia, muito virada para esta fase engraçada, e a querer aproveitar enquanto não chove para adiantar, o que puder no jardim.
Este fim de semana será mais do mesmo e vamos comprar mais umas arvores para plantar.
Resto boa semana

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Para o fim de semana

indagamos e planeamos refeições, passeios e tarefas já que vamos de fim de semana para a casinha do campo :)
A C diz que quer jantar a sua comida preferida: carne picada com esparguete. Assim sendo, quando chegar a casa, depois de preparar o almoço e fazer o meu treino, vou ligar o turbo gastronómico de forma a deixar a carne preparada, já que a Bimby faz milagres. Assim é só chegar à casinha e apenas tenho o esparguete e a salada para fazer. Tenho adiantar também uma sopa, que depois é só aquecer no micro-ondas e voilá!
E preparar uma mala com roupa... Como vai estar calor, espero ir passear. O fim de semana serve para as "aciganar". Esqueçam o descanso, aqui não se descansa.
Hoje ao final do dia, tenho reunião geral na escola da mais velha e ainda tenho que voltar à clinica para orientar algumas coisas.
Fim de semana de campo é sinal de bolo também! Estou destreinada e tenho que me adaptar ao forno a gás que é o que tenho por lá! É melhor, isso é, mas ainda não me aventurei nos bolos.
O que eu queria mesmo era desencantar os utensílios que me faltam para começar a fazer pão no forno a lenha! Isso é que era.
Bom fim de semana!
Carla

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

E neste mês que se inicia

estamos superando o "choque" dos recomeços.
A C, por enquanto vai bem, se adaptando melhor do que eu imaginava.
Sei também que é cedo e que tudo se pode alterar de um momento para o outro
É uma menina de pouca fala, sei que tenho lhe dar tempo e espaço e saber gerir o silencio.
Este ano letivo, a Carla enfurecida nas manhãs tem estado muito adormecida, pois é o pai que leva a mais velha.
Sou a primeira a acordar e a ultima a despachar, mas é muito melhor este horário em termos de gestão doméstica.
Por essa razão, posso priorizar meu transporte preferido: bicicleta, e acreditem que é uma forma de começar melhor o dia. A pequena adora ser minha pendura e lá vai toda inchada no nosso ferrari 2 rodas-!
Para comemorar este recomeço, eu ofereci-me a mim própria um selim lindo de morrerrrrrr, que andava a namorar há N tempo. Sempre tive o bichinho da bicicleta e fico realmente feliz de puder usufruir deste estilo de vida. ~
Agora que a maior entrou na primária, meu tempo está estrangulado. É difícil, imagino para as mães que trabalham a tempo inteiro e que final do dia, têm tudo para gerir, porque quando a C sai da escola, inicia-se o mesmo filme que tento diversificar sempre que posso: é apanhá-la na escola, irmos conversando a pé até casa, dar-lhe o lanche pois mal almoça na escola e vem esfomeada, acompanhá-la nos TPCs e depois sair para ir buscar a irmã.
Enquanto o tempo está bom, já deixei completamente de lado a ideia de lhe inscrever numa atividade, pois acho que já tem uma carga excessiva e ela precisa é de brincar. Então umas x, fazemos uma caminhada até à escola da irmã (meia hora para lá, outra meia hora para cá), vamos parando, apreciando a natureza, vamos inventando jogos, rimas e afins....Ora vamos dar uma volta de bicicleta e paramos no parque para brincarem, ou vamos, como hoje dar um mergulho de piscina (tempo louco este).
Evito ao máximo as atividades passivas, e tento que não haja TV em casa, pois se se metem de sofá, ali ficam viciadas e ã vida passa ao lado. Depois quando acordam do feitiço querem aproveitar para fazer aquilo que normalmente fariam, caso não se metessem a ver tv e aí irrompem as birras.
São duas casas para gerir, sendo que o apartamento tem ficado para 2.º plano, coisa que não devia acontecer pois é nela que vivemos diariamente. A roupa acumula-se e existe sempre aquele limpeza mais profunda que se tem que dar e precisa haver disciplina para fazê-lo. Tenho adiado as arrumações de roupa e ainda bem, pois o calor continua aí e eu já não sei o que vista às miúdas.
Por outro lado, é no fim de semana que há mais disponibilidade e temos ido passa-lo à casa do campo.
Então lá se depositam minhas energias e ando sempre aspirando, limpando, regando que quando chego à outra, a vontade já é pouca.
e assim vivemos se vive por aqui
bom fim de semana

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

A precisar socializar

hoje sinto-me um bicho. A clinica está vazia, não me apetece ler, estou cansada.
Olho lá para fora e vejo o tempo, um sol quente atipico de Outubro. O tempo está todo marado...
Apetece-me apanhar a minha bicicleta e sair fora daqui, apanhar vento na cara.
mas ao contrário, vou correndo para casa, se quiser fazer o meu exercicio fisico, sozinha, enquanto o almoço se faz.
a minha companheira vai ser a tábua passar a ferro, isso se tiver algum tempo antes de ir apanhar a mais velha que hoje sai às 15:15h.
espero que o humor se ilumine.
fui

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Feira

Ontem era o ultimo dia de feira na minha cidade. Mas poder-se-á apelidar de feira, um amontoado de carroceis e uma dúzia de bancas com peúgo e malas?
Lembro-me que no meu tempo, sonhávamos com a feira. Era inicio de escola, marcava o inicio do Outono, era tempo de receber as "feiras" comprar alguns doces que só via na feira, tentar a sorte nos peluches. Deleitar-me perdida no tempo com os vendedores ambulantes do microfone, que vendiam mantas, toalhas e tudo o que se podia imaginar, onde se amontoavam pessoas naquilo que era um espetáculo de venda que só se via nas feiras.
O cheiro a ovas de polvo misturado com os churros. A velhinha Selva ainda perdura! mas os póneis que andavam num carrossel vivo esse está extinto e também já não se vê o circo na feira.
Pelo menos aqui. Na minha infância eu morava a metyros da feira e era uma loucura atravessar a linha do comboio e ir correndo comprar fichas para os carrinhos de choque!
Ontem, depois de muitos e bons anos voltei a andar de carrinhos de choque com as miúdas! O pai com uma, eu com outra! A pequena não achou piada, mas a maior delirou quando me fazia marcação cerrada compreendo o objetivo da "brincadeira"!
A feira extingui-se no meu concelho. Não se viu mais feira nos últimos anos. Foram enxotando os feirantes daqui para ali, a feira perdeu o seu encanto e interesse.
Este ano decidiram ressuscitar a feira, mas aquilo não era feira.
Comeram pipocas, andaram no carrocel, provei o pão de chouriço quentinho de lenha e pronto.
Fomos embora. Brevemente inicia-se o ciclo de feiras em outras cidades, cujo tempo não apagou a tradição. Sei bem que os tempos mudaram. Que as pessoas já não precisam de ir à feira para encontrar aqueles materiais ou produtos que só se conseguiam nas feiras.
Mas ao menos, que sirvam para passear, proporcionar momentos de nostalgia aos adultos e felicidade às crianças.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Domar os instintos

Nas minhas reflexões sobre educação, tenho lido literatura variada, e uma das coisas que  captou minha atenção foi sobre o destaque às funções do nossos cérebro reptiliano.
Por outro lado, alguns autores falam de sair de cena (positive time out), coisa que tento fazer.
Ultimamente, e felizmente, tenho conseguido gerir o dia a dia com elas sem grandes tensões.
Mas existem circunstâncias que automaticamente accionam meu gatilho impulsivo, e como alguns peritos recomendam ( não reagir nos 30 segundos posteriores à situação) não me parecem ser suficientes. Meu cérebro reptiliano é terrivelmente acordado!

Trocando por miúdos: 
face a ter que gerir idas ao campo para manter a casa (regar o jardim (...) e não ter tempo para ir eu sozinha tratar das coisas, pois a maior sai muito cedo da escola, não me resta alternativa do que, trazê-la a casa, dar-lhe o lanche, orientar TPCs, ir buscar a irmã, e depois por ser de caminho, irmos à casa do campo....
Acontece que inconscientemente já estou à espera de resistência, afinal isso quebra as rotinas dela, que já está cansada e prefere ir para casa, então essa recusa inflama automaticamente o meu humor e não consigo mastigar estas birras em que me diz que detesta a casa do campo, que não quer ir, que esperneia e pontapeia o banco do carro.
Também sei, que esta é a sua primeira resposta, porque quando lá chega, fica fascinada pela terra e pelas ervas e pela água e agarra-se logo à brincadeira.
Mas isto inflama-me tanto, e parece uma sirene de um carro que ensurdece tudo e todos, que se cala, mas volta a soar o alarme instantes depois vezes e vezes sem conta
Como domar isto? Mas por que motivo não consigo ter serenidade mental para ter paciencia e não acender esta chama interna?
Moral da história: fui regar o jardim, ela quis, como previsivel brincar e eu não deixei, ela não queria obedecer-me, mas fui firme, lamento a aspereza, mas em situações tensas (por vezes) não consigo ser firme e calorosa. Exprimi o meu desagrado por ser sempre um problema ir a esta casa, e dei-lhe a escolher se queria ficar por mais tempo na escola enquanto eu me ocupo das minhas tarefas e obrigações, OU ir comigo e ajudar-me nestas tarefas. Elas só me diz porque estou tão chateada e que amanhã já não me lembro... por fim pede desculpa. Eu sublinho que a adoro, mas que fico chateada com essas birras que faz.
Não seria mais fácil, ter discernimento para não me inflamar à sua primeira reacção de recusa? 
Treinar, treinar, treinar.... um dia vou conseguir!

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Reflexão do dia


As relações afetivas constroém-se, não são fruto do mero acaso....
As pessoas vivem emocionalmente distantes, ora alienadas, ora sofrendo pelo problema dos outros e ignorando-se a elas próprias.
Vivem silenciando as suas emoções, porque só a elas diz respeito.
Querem união, valorizam laços de sangue, como se as emoções não tivessem que ser regadas, hidratadas e oxigenadas...
Vivemos na era do Ter, das comparações e da competitividade....
Não é dificil concluir que vivemos sós, insatisfeitos e vazios, com medo de fracassar e não ser suficientemente amados e reconhecidos...
Adoece a natureza básica do ser humano, vivemos em desequilibro.
E a felicidade floresce de coisas tão simples e gratuitas... como olharmos para as nossas crianças interiores, desligarmos por momentos as televisões, os ipads, as playstation e reaprendermos a admirar as coisas simples da vida.
Para além da constatação, é urgente (re) agir.
E as nossas acções deveriam começar em casa, com os nossos filhos. Porque não deixarmos a cozinha desarrumada e nos sentarmos no chão com as nossas crias a conversar, brincar, tocar, beijar (...)
porque não deixar o passeio ao shopping e caminhar na natureza?
Há tantos prazeres grátis que desaproveitamos...
Não procurem no exterior e em terceiros, aquilo que é imperativo começar em casa
Eu estou tentando, com erros e aprendizagens, fazer a minha parte, e vocês? 

Por Carla Santos
Psicologa Clinica

Projetos

que sentido tem a vida se caminharmos em direcção a nada?

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Mes depois de promessas

jogadas na chuva...
acontece que a vida por cá tem sido um rodopio de emoções, novidades e readaptações que me ocupam as maiores energias diárias.
Depois de 1 mês que prometi voltar à escrita, muito aconteceu.
Minha casa de campo está mais que pronta. Estamos decidindo partir para a area exterior. Fazer um jardim, plantar algumas plantas e arvores e.... projetar algo com agua. O meu marido é que se tem ocupado destes planos e anda estudando qual a melhor opção em termos qualidade/preço. Logo chega mais uma fase de trabalho, mas nós nos movemos por isto! que fazer?
Para além das filhotas terem reiniciado a escola, a minha mais velha entrou para o 1. ano. E todas as minhas energias se tem dedicado a esta fase, para amenizar esta transição, mas também para eu ter uma oportunidade de sarar minha infância, meus 1.ºs dias de escola, que foram  com lágrimas e ansiedade, pois a minha pré-escola foi a rua, o barro, a terra e os vizinhos, nem num lápis eu sabia pegar.... então eu tenho dialogado muito com a minha filha, a fim de nos sintonizarmos uma com a outra. Para já não tem corrido mal. Ela entra cedo na sala de aula e na 2ª semana começa a mostrar um pc mais resistência para se levantar.
De saúde vai bem. Repetiu os exames aos ouvidos e o verão fez milagres! Ouvidos limpinhos, mas com a indicação de estar mto atenta as constipações, ranhos e afins.
Também as minhas filhas completaram os seus aniversários: a pequena 4 anos, a maior 6!
A pequena é um ser de luz sereno e tranquilo, continua pequenina, é a minha morena. Não se ressentiu tanto como o regresso, porque se manteve na mm sala, com as mesmas educadoras, mas é claro que a sinto mais carente, que precisa de mais mimo e atenção.
Quanto a mim, aos poucos vou conseguindo retomar algumas coisas que me dão prazer: o meu espaço ao almoço para treinar e ficar despachada para o resto do dia. Continuo a trabalhar a part-time, continuo a ser uma mãe a quase tempo inteiro. Portanto qualquer esforço que eu faça é para regar a nossa relação. Não quero que as minhas filhas sejam insatisfeitas e famintas pelo TER, por isso a minha missão será sempre jogar-me aos desafios e exigencias do tempo moderno, de forma a calibrar tanta incoerencia na educação.
Fora isto, sou pouco exigente, desde que consiga ter algum tempo para algumas coisas que quero voltar a fazer, como fotografar, tudo ok.
Vou aparecendo. Bons recomeços para todos

sábado, 23 de agosto de 2014

Voltei

grande ausência... acho que nunca tive tanto tempo sem escrever no meu blog
Minha "casa" está meio abandonada, mas prometo voltar em força muito brevemente!
Novidades: casa de campo finalmente concluída!
Que grande trabalheira tive, muita mesmo... mas o resultado agrada-me.
Logo postarei algumas fotos.
De momento estou de férias, com as minhas filhas, 2 casas e algumas viagens até ao trabalho para por trabalho em dia, chega final do dia e já não há energia para grandes coisas mais.
Como em todos os Verões, este não é excepção e temos aproveitado muito as praias desertas e paradisíacas que a nossa Ria formosa nos oferece à distância de um pequeno barco pneumático.
Foi, realmente a compra de 2013. Não há chatices, filas, gente amontoada.
Pena é que o verão de agosto está uma porcaria e só apanho com vento e mais vento e agora que a água até está mais quente. As vespas também estão em força e são más! Sim, picam sem razão.
Estou sempre a dizer que não se faz mal, que devemos ficar imóveis até elas irem embora, mas picam, as desgraçadas picam por picar. Então eu que sou alérgica, fiquei quase uma semana com a perna toda inchada, um hematoma enorme que me dava uma comichão tremenda.
Agora foi na mão, mas o santo marido já leva um kit, e esfreguei logo alho, suco do alho e depois uma pomada anti-histamínica e para meu espanto, a picada ficou circunscrita. Não foi como o ano passado que me apanharam o dedo e levei diassssss com o dedo inchado e com aquela sensação de cortiça!
Com as crianças em casa, toda a minha rotina foi alterada. E os meus treinos têm sido muito irregulares o que não abona em meu favor, pois sinto direto no meu humor e no peso: emagreço e perco musculo :(
Prefiro entregar-me à resignação, e pensar que esta fase é passageira e quando as miúdas reiniciarem o ano letivo, tudo entrará nos eixos.
Fruto da conjetura, sinto-me mais stressada e tenho dificuldades em afastar determinados pensamentos e preocupações que circulam em meu redor.
As vezes ponho-me a pensar que tenho uma genética terrivel e que tenho que me "por a pau" e por em prática aquilo que aconselho aos outros....
Preciso cultivar a paciencia e relativizar as coisas, urgentemente.
Não me consigo entregar à meditação, tenho dificuldades em cortar com os pensamentos, pois é tanto coisa para gerir, que receio confundir determinação com fixação.
Mas enfim, vamos sobrevivendo em família, em união, com aprendizagens diárias.
As minhas rainhas estão crescidas! Muito amigas e companheiras, têm os seus momentos menos bons mas quem não os tem?
A maior vai para a escola primária! Já?????? Com toda a sua sensibilidade, espero que consiga adaptar-se sem muitos percalços.
A pequena é um belo e doce chafariz! Cativa tudo e todos, desenrascada é um ser de luz livre.
Boas férias de for caso disso
Um até já

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Hoje apaguei

ultimamente sinto-me mais com aquele nervoso miudinho. Espero que sejam as circunstancias, pois o peso genético é enormeeeeeeee! Credo, chega para lá :)!
ontem acabei o meu dia à hora de jantar com uma enxaqueca à porta. Derivada do cansaço e gestão de birras parvas combinadas com a minha teimosia em ir tremer o corpo (quando não tenho tempo para o meu treino, é corrida ou vibroplate). O meu gymn estava um forno, o sol a bater na janela, foram 10 min de horror que pioraram a minha situação.
Para melhorar, não tinha paracetamol em casa. Decidi entregar-me à cama e dormiiiiiiiiiiiii, com algumas interrupções iniciais por conta da pequena, hoje tenho a cabeça oca.
Mas as dores cabeça passaram.... Preciso me alimentar melhor, e respirar melhor ainda.
fui

terça-feira, 8 de julho de 2014

Hoje sonhei

que estava grávida...
concerteza estou grávida de projetos a crescer, da minha casa nova, só pode.
Sp pensei ir ao 3.º, mas dada as circunstâncias e o meu estilo parental, acho e sinto que neste momento não se encaixa. Agora começo a ter um pouco mais e "descanso" relativo, as 2 são muito amigas e já se entreem mais tem po uma com a outra.
Acho que vou descansar agora... não sei se a vontade surgirá novamente mas creio que se fecha essa página.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Experiencia

fui buscar a minha filha C depois do almoço. Fiz o meu treino às pressas dps do trabalho e corri para a pré.
Eufórica, feliz, contente, deslumbrante... fomos de mãos dadas para casa. Disse-lhe que tinha uma montanha Evereste de roupa para passar e que teríamos escolher alguma atividade para fazer.
Levámos a sua mesinha para a sala + os materiais e ali ficou, depois de um belo lanche às 2 da tarde. Nem quero pensar na fome que passa esta criança na escola...
Eu fartei-me de tanto passar a ferro e ela entreteve-se a fazer os seus trabalhos e sempre a inventar mais uma e outra coisa ao ponto de ficar meio aborrecida por dizer que tínhamos sair para ir buscar a irmã.
A mana agora passa os dias numa quinta com piscina e isso tranquiliza-me. Com ela não me preocupo, não tenho razões para...
O que gostava mesmo é que aceitassem a C no ATL, mas não podem aceitar só no Verão. Uma pena mesmo.
Amanhã quero ir para a minha casa de campo. Quero esfregar os ladrilhos do wc e o hidráulico para puder ficar tudo impecável a secar para receber o impermeabilizante.
Nem quero pensar em banhos naquela casa de banho sem ter tudo impermeabilizado....
não sei como me organizarei amanhã. Hoje não foi má a experiência... estou tentada a levá-la para ver como corre a coisa.

domingo, 6 de julho de 2014

E quando eles dizem que não querem ir à escola?

O tempo anda estupido. Onde já se viu a entrarmos na 2ª semana de Julho e fazer estas friezas e ventanias?!
Tenho saudades... tantas saudades da praia, do mar, da areia. Por estas alturas estava fartinha de ir para a praia, mas com tanto vento a soprar daquela direcção, esquece! Tem valido a piscina da sogra onde as miúdas se entretêm como  doidas loucas.
Agora já vão ligando mais à avó, e a avò tb tem mostrado mais disponibilidade para elas, então eu bem poderia ficar mais descansada, porém.... acho que elas são umas abusadas e estou sp de olho, pois não me sinto confortável estar de papo ao sol e a sogra andar correndo cá e lá com elas, satisfazendo todos os caprichos das pequenas.
Devo ser uma anormal, só pode.
O ano letivo terminou oficialmente, mas a maior tem o prolongamento e portanto usufrui do mesmo. Acontece que talvez mais d emetade do grupo de meninas da sala dela, não usufriu.
Palavra honra não sei como se gere isso, ou está tudo desempregado, ou tem avós que cuidem dos miúdos, não sei.
Agora não quer ir. Já lhe disse que ia só mais esta semana, e embora faça tudo pela miúda, ande a trabalhar apenas a tempo parcial para as apoiar, tenho sempre pairando um sentimento de culpa, porque estando muitas x livre a partir do almoço só lhe vá buscar ao lanche.
Mas como eu posso gerir as coisas, as limpezas e todo o tempo que tenho dispendido na outra casa com ela.
Não posso cair na tentação, pois quantidade não é qualidade e quero muito meter na cabeça que ela não se pode queixar, que é sp a 1ª a vir para casa, mas ela compara-se com os outros meninos e realmente deve ser um pouco dificl entender o porquê de ficar e os outros não. Pelo menos para ela.
Amanhã vai ser birra na certa. Ainda para mais que a irmã vai passar o dia na piscina na escola dela.
Desejo que a minha semana seja produtiva e que não hajam problemas.
Ando um pouco dramática, é um fato.
UMa boa semana

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Inconformada

Por mais que tente, não consigo conformar-me,
A distancia será sempre a melhor estratégia, mas mesmo assim meus pensamentos são invadidos por esta incompreensão.
Que desígnio foi este? Será que há ponta que se pegue a nível da minha família direta?
Já só falo de pais e irmãos. Que pena, que tristeza.
Precisava tanto?
MInhas ricas filhas, eu adoro-vos. Terão sempre o meu apoio, a minha presença, os meus conselhos e orientação... Longe de mim querer um dia, dar-vos trabalho e ralar-vos.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

INédito digno de registo. rascunho finalmente partilhado

e foi este fim de semana. ( o de há 2 semanas lol)
Sim, foi neste fim de semana que a minha C pediu para ficar a dormir na casa dos avós! Seria para mandar uns foguetes???
Eu, confesso que não estava à espera daquela determinação e em vez de ficar feliz, fiquei foi em completo dessassossego.
Não podia ter tido uma preparação prévia? É que meus senhores calhou muito mal.
1.º porque havia combinado ir ver o espetaculo de dança das minhas queridas e ia só. Só como quem diz: sem marido, acompanhada pela minha irmã e sobrinha. Sim porque nestas coisas para um ir o outro tem que ficar em casa com as miudas....
2.º queria, quando este momento chegasse, ir sair descansada com o marido, jantar  e fazer alguma coisa diferente.... em vez disso só pensava no que se ia passar.... Sem fé que as miudas ficassem, pouco convencida que ambas quando chegasse a noite quisessem os pais.
Não descansei enquanto não ouvi da boca do marido que ia ficar lá, até pelo menos elas adormecerem.... depois disse-me que ia lá dormir! ahahahhaha.
Eu fiqueo sem saber o que fazer: ir para casa depois do espetáculo e dormir sozinha ou abalar para o campo.
No intervalo do show, mandei sms e o pai diz-me que as miudas já dormem! Ligo de seguida e ficaram com a avó, ele não interviu em nada e deixaram-se dormir!
De regresso, já tarde, não sabia que direcção seguir. O coração falou mais alto e fui para a casa da sogra, não ia dormir sozinha, ainda se fosse com o marido!
Isto parece comédia, um acampamento de ciganos ali. Cheguei e fui espreitar, dormiam e a avó lá estava com elas. Disse-lhe que podia sair, que elas ficavam bem, mas não me deu ouvidos e dormiu a noite com elas! Uma festa.
Quem não dormiu nada fui eu! Raios, estranho sempre as camas e acordei imensas vezes.


Ps este texto escrevi-o algures perdido entre o tempo e não tenho vindo ao pc. Edito porque merece ser registado.


estas dias de ausência têm sido passados num sitio só, que não é difícil adivinhar: a casa nova! A obra finalmente terminou, já se fez um almoço para todos os trabalhadores no fimd e semana passado e agora é tempo de acertar limpezas e muitos pormenores.
Já tem ar de casa e não posso pensar no que ainda falta fazer, mas o que já foi feito.
É claro que eu gostaria de puder estalar os dedos e conseguir compor todos os cantinhos tal como os imagino, mas o dinheiro não dá para tudo.


amanhã é 6ª feira, dia de festa final do ano letivo da mais pequena.
espero não ficar tanto tempo ausente, mas aquela casa não me sai dos dedos, nem da cabeça.


fui